Acabei de ler, finalmente, um livro pequeno e que perdia em urgência para todos os outros nos últimos tempos. “Diário de minha análise com Sigmund Freud” de Smiley Blanton estava sendo saboreado por mim em pequenas doses semanais havia dois meses. Com frequência vinha um ou outro livro, passava a frente no quesito “importância”, e eu ficava feliz em colocá-lo de lado pois isso garantia que não o havia terminado.
Tanto o que ele escreveu quanto o que sua viúva, Margaret Gray Blanton, escreveu, é de extrema simplicidade e nos permite “decolar” nas cenas, a cada frase atribuída ao pai da psicanálise.
Se antes eu já pensava em algumas situações (após fazer algo, pensar em algo ou dizer algo) o que Freud diria pra mim em análise, agora ficou mais fácil brincar de tentar adivinhar…
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Fonte: acsu.buffalo.edu